Posts de Luiza Voll

Doctor Brilliant

10-04-2008 - Escrito en Luiza Voll

Através do TEDblog, acabo de conhecer o Dr. Lawrence "Larry" Brilliant, ganhador do TED Prize de 2006, um prêmio no valor de $100,000 para financiar um projeto de sua escolha que tenha o o objetivo de melhorar o mundo.

Larry é médico, epidemiologista, tecnólogo, autor, filantropo e diretor do Google.org, a fundação filantrópica do Google. Ou seja, é o homem escolhido pelo Google para doar centenas de milhares de dólares.

Larry tem um perfil fascinante: era melhor amigo de Jerry Garcia, viveu toda a psicodelia dos anos 60, teve papel fundamental na erradicação da varíola na Índia e é amante da tecnologia.

O que mais me fascinou sobre ele foi que, despois de ter vivido tudo o que viveu (imagine só o que é trabalhar na Índia infectada pela Varíola), Larry tem uma visão extremamente humana da tecnologia.

Um exemplo de sua personalidade: Larry um dia foi convidado pela revista Fortune a participar de um jantar com CEOs do mais alto nível. Na ocasião, os executivos estavam discutindo o que aconteceria com redes sociais como o Facebook se, por acaso, as pessoas não pudessem acessar o computador no trabalho devido a um grande desastre natural, por exemplo.

A resposta do Larry?

"This is stupid,"
"If you want to talk about a disaster of that magnitude, then we should be talking about the disaster itself, not about what it might do to our ad revenues. There's a lot of smart people in this room, we need to think about more than just our own industry."

Vale muito a pena ler a entrevista que a Rolling Stone fez com essa figura. Porque tecnologia é excelente e pode ajudar muito mais do que a gente imagina, não é mesmo? A gente não pode é se esquecer que existem coisas muito mais importantes do que interfaces bacanas. Porque os grandes problemas que enfrentamos - aquecimento global, fome, pobreza, guerras - como diz a própria matéria "não serão resolvidos com o Mac OS X versao 10.9".

Links:

The Guru of Google - matéria Rolling Stone

Larry Brilliant - Wikipédia

Via TEDblog.




Cheiros no celular

09-04-2008 - Escrito en Luiza Voll

Acaba de ser lançado no Japão um sistema que permite baixar cheiros em celulares e enviá-los a um difusor encarregado de perfumar o ambiente. Esse difusor vem com 16 cartuchos de perfumes básicos que, mesclados, conseguem criar centenas de cheiros.

No futuro, a NTT (empresa que criou o aparelho) espera que seus clientes possam baixar simultaneamente uma música ou vídeo e cheiros para acompanhá-los.

Apesar de parecer um pouco estranho, não podemos negar que com esse aparato podemos criar experiencias muito mais completas, nao é mesmo? Com certeza os sites de culinária, automóveis, perfumes e muitos outros poderão aproveitar essa novidade. Muito legal imaginar o cheiro como um elemento adicional na criação.

Link: Japón lanza un móvil que perfuma el ambiente a gusto del cliente




Um site que realmente se importa

04-04-2008 - Escrito en Luiza Voll

Adoro pequenos gestos. ,-) Link: Wufoo: UI That Really Cares Via Swissmiss.


Interfaces do futuro

01-04-2008 - Escrito en Luiza Voll
A Microsoft criou um vídeo com a sua visão de como será o futuro na área de saúde. O clipe conta com um monte de idéias super futurísticas, incluindo uma carteira digital (super legal!). Está incrivelmente bem feito e vale a pena assistir para saber qual é a idéia de futuro da empresa do Bill - além de ver vários tipos de interfaces super futurísticas.




Princípios de design do Google

28-03-2008 - Escrito en Luiza Voll
  1. Useful: focus on people - their lives, their work, their dreams.
  2. Fast: every millisecond counts
  3. Simple: simplicity is powerful.
  4. Engaging: engage beginners an attract experts.
  5. Innovative: dare to be innovative.
  6. Universal: design for the world.
  7. Profitable: plan for today’s and tomorrow’s business.
  8. Beautiful: delight the eye without distracting the mind.
  9. Trustworthy: be worthy of people’s trust.
  10. Personable: add a human touch.

Via Functioning Form.


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Sinais de silêncio pelo mundo

28-03-2008 - Escrito en Luiza Voll
Bangkok: Darjeeling: Via Future Perfect.


A evolução dos sites

27-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

Bom para observar como alguns sites simplesmente evoluíram por questões de layout mas já tinham uma proposta definida desde o início (apple) e como outros - principalmente os com muito conteúdo - se tornaram muito mais agradáveis para seus usuários (yahoo, cnn).

Link: The Evolution of Websites

Hoje

8 anos atrás

Se quiser ver mais versões antigas de sites, acesse o site Wayback Machine, um site que funciona como um arquivo da internet.


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Hierarquia de informações

26-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

Apesar de ser parte chave do nosso processo de trabalho, nem sempre é fácil comunicar a hierarquia de informações desejada. Luke Wroblewski (do Yahoo! e do Functioning Form) criou uma apresentação realmente interessante sobre o assunto para o WritersUA 2008. Quem quiser ler é só clicar no link abaixo.

Link: WritersUA: Using Visual Hierarchy to Convey Information


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Como a vovó vê o controle remoto

26-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

 

Se o controle ela vê assim, imagine uma interface mal feita?

Link: New Yorker Cartoon


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Boas leituras

19-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

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Porque eu prefiro a Apple

19-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

Isso simplesmente não acontece em um Mac.

Para quem não percebeu: após instalar algum programa, o aviso de "Novos programas instalados" bloqueia a visão dos botões "Desligar" e "Fazer logoff".


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Questione o seu trabalho

18-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

Ótimo exercício - antes de passar o wireframe adiante, questione o seu trabalho com as seguintes perguntas:

Para ler mais sobre cada questionamento, acesse o post Question your work no blog da 37signals.


Informação na água

18-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

O artista Julius Popp decidiu transformar a “enxurrada” de informações que recebemos da mídia em uma queda d’água de verdade.

“Through the use of a motion tracking device, a computer program determines the direction of the flow of the pixels within the tube and imposes an order”.

Para ver mais fotos e ver um vídeo de como a instalação funcionava ao vivo, acesse Bit Fall by Julius Popp.




Vencedores do SXSW 2008 Web Award

17-03-2008 - Escrito en Luiza Voll
Sempre bom saber o que há de melhor na internet.


Porque a busca em celulares é diferente

15-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

Scott Jenson, diretor da área mobile do Google, fala sobre como a busca em celulares é diferente. Ele conversa com Marek Pawlowski, responsável pelo MEX, fórum de Mobile User Experience.

Via Small Surfaces.




Experience design

14-03-2008 - Escrito en Luiza Voll

No mundo offline. Martino Gamper é um designer italiano apaixonado por móveis. Ele e alguns amigos tem o costume de promover o que eles chamam de Trattoria* al Capello, uma noite onde os próprios artistas cuidam de tudo - desde o ambiente até a comida. Essas noites são famosas e acontecem uma vez por mês em Londres.

*Trattoria é um local ou tipo de restaurante na Itália, onde os preços são baixos e o ambiente é informal e descontraído. Saiba mais.

Após conhecer esse evento, a Aram Gallery de Londres pediu para que o designer criasse essa mesma experiência em uma instalação. Martino aceitou o convite e criou todo um ambiente Trattoria na galeria, com lugares para 25 pessoas, incluindo os móveis, talheres, objetos de decoração das mesas e, é claro, a comida. Já imaginou que barato você ir em um museu e participar de uma instalação assim?

Quem estiver em Londres pode ir: a instalação estará na Aram Gallery até o dia 26 de abril de 2008. Abaixo, cenas de um jantar que aconteceu dentro da instalação.

É ou não é Experience Design?

Links:




37signals X Donald Norman

11-03-2008 - Escrito en Luiza Voll
Bafão na rede. Fofoca para designers de interação: controvérsia entre os garotos da 37signals X Donald Norman.
Imagem criada com o site PlayMyGame.
Tudo começou com um artigo da Wired sobre a 37signals. Como todo artigo, levantou alguns pontos polêmicos sobre a filosofia da empresa, tanto que Jason e David até fizeram considerações sobre o que foi dito em seu blog. Norman foi citado na matéria por conta de um de seus artigos, onde ele escreve sobre como a simplicidade é superestimada. Um trecho:
"Complexity is a necessary byproduct of the modern age. When you actually sit down and analyze what you need to get the job done, it's not simplicity".
O pessoal da 37 discordou e explicou porque:
"We disagree. As complexity and confusion grows, simple tools become more and more valuable. And while sometimes it's easy to think we need this that and the other to solve a problem, it's often the simplest solution that actually gets the job done. Not everything has to be a Swiss Army Knife. Sometimes a screwdriver just needs to be a screwdriver".
Norman não gostou e escreveu um post em seu blog sobre o artigo. Nele, tomou uma frase do David para o ataque. A frase é essa:
"I'm not designing software for other people, ‘Hansson says. ‘I'm designing it for me.' "
Wow. Não dá pra sair por aí falando uma frase dessas e esperar beijos e abraços, não é mesmo? Sobre ela, Donald escreveu:
"If 37signals wants to follow this attitude, I think that is fine. I'm pleased that they are enjoying themselves and that their simple applications do indeed meet many people's simple needs. But I would prefer someone who designed software for other people. If you want a hobby, fine, indulge yourself. If you are running a business, then the needs of your customers come first. This means understanding them, understanding the activities they do, designing for them. It does not mean throwing features together haphazardly. It does not mean doing everything customers request. It still means being disciplined, having a clear conceptual model of the product, and sticking to that model. But to ignore them, to say "I'm not designing .. for other people," is an attitude that will not only lead to failure, it is one that deserves to fail".
Aí eu concordei. Nas últimas semanas estavamos estudando justamente isso no Programa Vostok. Sobre a importância da investigação de usuários e da criação de personas para evitar que os designers de interação desenhem para si mesmos. (Sobre esse assunto, recomendo a leitura de um trecho do livro The Inmates Are Running the Asylum: Why High-Tech Products Drive Us Crazy and How to Restore the Sanity do Alan Cooper. Para ler o trecho - pág 123 a 148 - clique aqui) Depois disso, lá foram os rapazes da 37 responder ao Donald, provando que eles não levam desaforo pra casa. Na resposta, ressalto os trechos:
"Why we design for ourselves first. He argues that because we design for ourselves first, we're selfish, arrogant, and have a disdain for customers. That's not true. Designing for ourselves first yields better initial results because it lets us design what we know. It lets us assess quality quickly and directly, instead of by proxy. And it lets us fall in love with our products and feel passionate about what we make. There's simply no substitute for that".
Eles ainda completam dizendo que o Steve Jobs concorda com eles, destacando a seguinte frase do Steve:
"We figure out what we want. And I think we're pretty good at having the right discipline to think through whether a lot of other people are going to want it, too. That's what we get paid to do". (link da entrevista onde o Steve disse isso)
Enfim, a resposta da 37signals tem um monte de pontos interessantes, e você pode ler ela completa aqui. O que eu queria ressaltar é essa discussão:
  • Vocês, leitores designers de interação, estão do lado do Norman ou da 37signals? Desenham para si mesmos ou para os usuários?

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Porque eles são eles e o resto é o resto

10-03-2008 - Escrito en Luiza Voll
Simplicidade.



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